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Meu amor: É odiável te amar (trecho) | Annie F.

Capítulo 1:

   Eu estava em casa, quando aquele ”caos” começou. Quando aquele ridículo amor platônico voltou. Era umas 3hrs da tarde quando a minha amiga Violet chegou em casa com o jornal local… e, bem estampado na capa do jornal, estava lá, a cara daquele imbecil empresário com quem tive a sorte de estudar: Jonh, o empresário mais novo e bem sucedido do país.

   Na reportagem, estava escrito que ele viria para minha cidade e ficaria aqui por 3 meses.

–Amiga, já não te disse que não gosto de falar sobre esse garoto; você sabe que meu passado estudando com ele não foi muito amigável né?!

— Eu sei mas é que… aqui na reportagem está dizendo que ele tá afim de criar um acordo com a empresa que a gente trabalha.

–Espera! O quê?! Me dá isso aqui!!!

   ”O super empresário Jonh Oliver disse em sua entrevista mais recente que pretende criar uma sociedade com a empresa Infinity£ o mais rápido possível, e faz questão de ressaltar que a sociedade seja com sua cede principal em Ministry O.C.”

–Não é possível!!!Será que eu nunca vou me livrar desse cara?!?!?!

— Calma jovem!

— Como assim calma?! As salas da nossa empresa são totalmente interligadas por aquele benditos corredores! A chance de eu topar com aquele estúpido metido é muito alta!!

— Uou, Uou?! Olha a boca! Não sabia que você tinha tanto ranço desse cara…

–Pois fique sabendo que você não tem nem noção do ranço e da mágoa que ele me causa!

   Eu estava tão irritada. Mas eu precisava me controlar; então parei de falar por alguns minutos para me recompor.

   Depois que (finalmente) consegui me acalmar, lembrei que precisava terminar um seminário para entregar naquela semana.

   Eu e a Violet saímos correndo para a lan house(sim, nós duas porque o seminário foi o mesmo para ambas).

   Só que, de novo, esse maldito garoto não me deixou em paz. Em todos os outdoors-hologramas, só dava ele! (eu estava explodindo de ódio!).

   Mas antes que eu explodisse de vez, Violet parou em uma cafeteria e pedimos um chá de camomila para cada uma, só que para completar o meu dia… O próprio; por que será que essa SORTE nunca vai acabar?!?!

   E ele entrou. O mega empresário, rodeado de repórteres e fãs, mas felizmente os seguranças os expulsaram para fora da cafeteria.

   O recepcionista escolheu uma mesa justo na minha frente para ele sentar. Sorte que ele não me reconheceu.

   Finalmente, saímos da cafeteria, só que eu não alcancei meu objetivo de me acalmar, uma vez que aquela criatura entrou naquele belíssimo estabelecimento.

 O texto é um trecho de um livro que escrevi, que particularmente,acho foi o melhor livro que escrevi até agora.

Annie F. é autora desse artigo